Home
Graduação
Integralização (MEC)
Pós-Graduação
Ensino a Distância EAD
Extensão
Inscrição on-line
Disciplinas e CPs
Calendário acadêmico
Grade horária
Mesa Diretora
Áreas de Conhecimento
Professores
Professores (vagas)
Nossa História
Nossa Localização
Nosso Credo
Manual do Aluno
Manual de Estilo
Manual de Formatura
Boletins
Turmas formadas
Honra ao Mérito
Torneio de Teologia
Semanas da Reforma
Confissões e Credos
Credo Apostólico
Credo Niceno-Const.
Credo Atanasiano
Conf. Fé Waldense
95 Teses de Lutero
Artigos Zwinglianos
Art. de Schleitheim
Catec. Menor Lutero
Catec. Maior Lutero
Conf. Augsburg
Conf. Genebra
Art. Smalkade
Catec. Instr. na Fé
Catec. Genebra
Conf. Guanabara
Conf. Galicana
Fórmula de Concórdia
Conf. Escocesa
Conf. Belga
Catec. Heildelberg
2a Conf. Fé Helvéltica
Art. Remonstrância
Art. Peregrinos
Art. Sínodo de Dort
Catec. de J.Owen
Conf. Fé Westminster
Catec. Maior Westminster
Breve Catec. Westminster
Conf. Anabatista Londres
Conf. Batista de Londres
Catec. Batista de Keach
Conf. Batista de Midland
Conf. Batista N.Hampshire
Catecismo de Spurgeon
Declaração de Chicago
Credo da Igreja de NV
Confessio Wittenberg
Valores
Requerimentos
FAQs (Perguntas freq.)
Parcerias e links
Fale Conosco
  
 


Artigo 1

Que Deus, por um eterno e imutável plano em Jesus Cristo, seu Filho, antes que fossem postos os fundamentos do mundo, determinou salvar, de entre a raça humana que tinha caído no pecado – em Cristo, por causa de Cristo e através de Cristo – aqueles que, pela graça do Santo Espírito, crerem neste seu Filho e que, pela mesma graça, perseverarem na mesma fé e obediência de fé até o fim; e, por outro lado, deixar sob o pecado e a ira os costumazes e descrentes, condenando-os como alheios a Cristo, segundo a palavra do Evangelho de Jo 3.36 e outras passagens da Escritura.

Artigo 2

Que, em concordância com isso, Jesus Cristo, o Salvador do mundo, morreu por todos e cada um dos homens, de modo que obteve para todos, por sua morte na cruz, reconciliação e remissão dos pecados; contudo, de tal modo que ninguém é participante desta remissão senão os crentes.

Artigo 3

Que o homem não possui por si mesmo graça salvadora, nem as obras de sua própria vontade, de modo que, em seu estado de apostasia e pecado para si mesmo e por si mesmo, não pode pensar nada que seja bom – nada, a saber, que seja verdadeiramente bom, tal como a fé que salva antes de qualquer outra coisa. Mas que é necessário que, por Deus em Cristo e através de seu Santo Espírito, seja gerado de novo e renovado em entendimento, afeições e vontade e em todas as suas faculdades, para que seja capacitado a entender, pensar, querer e praticar o que é verdadeiramente bom, segundo a Palavra de Deus [Jo 15.5].

Artigo 4

Que esta graça de Deus é o começo, a continuação e o fim de todo o bem; de modo que nem mesmo o homem regenerado pode pensar, querer ou praticar qualquer bem, nem resistir a qualquer tentação para o mal sem a graça precedente (ou preveniente) que desperta, assiste e coopera. De modo que todas as obras boas e todos os movimentos para o bem, que podem ser concebidos em pensamento, devem ser atribuídos à graça de Deus em Cristo. Mas, quanto ao modo de operação, a graça não é irresistível, porque está escrito de muitos que eles resistiram ao Espírito Santo [At 7 e alibi passim].

Artigo 5

Que aqueles que são enxertados em Cristo por uma verdadeira fé, e que assim foram feitos participantes de seu vivificante Espírito, são abundantemente dotados de poder para lutar contra Satã, o pecado, o mundo e sua própria carne, e de ganhar a vitória; sempre – bem entendido – com o auxílio da graça do Espírito Santo, com a assistência de Jesus Cristo em todas as suas tentações, através de seu Espírito; o qual estende para eles suas mãos e (tão somente sob a condição de que eles estejam preparados para a luta, que peçam seu auxílio e não deixar de ajudar-se a si mesmos) os impele e sustenta, de modo que, por nenhum engano ou violência de Satã, sejam transviados ou tirados das mãos de Cristo [Jo 10.28]. Mas quanto à questão se eles não são capazes de, por preguiça e negligência, esquecer o início de sua vida em Cristo e de novamente abraçar o presente mundo, de modo a se afastarem da santa doutrina que uma vez lhes foi entregue, de perder a sua boa consciência e de negligenciar a graça – isto deve ser assunto de uma pesquisa mais acurada nas Santas Escrituras antes que possamos ensiná-lo com inteira segurança.